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terça-feira, 20 de julho de 2021

Top Lazer & Eventos Juara

Se o que você procura é um lugar para passar momentos agradáveis e inesquecíveis com sua família, amigos, galera ou um local para realizar seu evento, a sua procura acaba aqui, em Juara você pode contar com Top Lazer & Eventos.

Espaço amplo com piscina, área gourmet, banheiros e locais que são verdadeiros cenários para suas fotos.

Top Lazer & Eventos é ideal para quem quer tranquilidade, pois mesmo sendo na área urbana, está localizado em uma região de pouco movimento, o que permite que seu evento ou reunião familiar seja mais reservada e tranquila.

Em virtude da alta procura, é importante entrar em contato com antecedência e reservar o local, e isso pode ser feito através dos telefones (66) 99991-3544 e (66) 99206-9797.

Confira as fotos abaixo:


















quarta-feira, 14 de julho de 2021

Abasteça no Auto Posto Bandeirantes e concorra um FIAT MOBI 0KM

terça-feira, 13 de julho de 2021

Autoescola Juara

 A Autoescola Juara está localizada na Avenida Rio Arinos nº 1612 W, Parque Azoia e conta com a administração da proprietária Gisa que está há 19 anos na área.

Além de uma ótima instrução para aquisição e renovação de habilitações, a Autoescola Juara conta com uma equipe muito bem preparada para atender a variedade de pessoas que procuram por seus serviços, prezando sempre pelo bom atendimento personalizado, pois leva em consideração que o fato de estar habilitado para dirigir requer um tratamento que considere as particularidades de cada condutor, visando sempre à segurança no trânsito.

Faça uma visita e confira o excelente trabalho que a Autoescola Juara oferece.

Telefones para contato:
Fixo: 66 3556-5414 - WhatsApp: 9 9672-2671


 

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Vacinação contra o COVID e falta de comunicação em Juara

No dia 27 de maio, o blog Politizada publicou um artigo sobre a falta de transparência na vacinação contra o COVID 19 em Juara e, na oportunidade chamou a atenção para o fato de a prefeitura não ter divulgado até aquele dia a lista com as informações que a Lei Municipal nº 2. 896 exige.


No dia 04 de junho, como pode ser observado no site da Prefeitura Municipal, foi publicado uma atualização da vacinação em Juara que conta com as atualizações a partir do dia 10 de maio até o dia 02 de junho, porém, varias vacinas aplicadas antes dessa data continuam sem as informações que a Lei Municipal nº 2.896 exige. Resumindo, a Lei continua não sendo cumprida.


Vamos aproveitar e cobrar aqui a Comissão Especial instaurada pela Câmara Municipal no dia 18 de fevereiro do corrente ano para acompanhar, entre outras, às medidas de emergência de saúde pública decorrentes do COVID, o cumprimento dessa lei, afinal, lei foi feita para ser cumprida. Essa comissão é formada pelos vereadores Marta Dalpiaz, Welington José Martins e José Mercedes Galvão (Zé Galvão).


Na data de 15 de junho, o blog Politizada teve conhecimento de um fato que tem gerado revolta de algumas pessoas no município, digo de algumas pessoas pois nem todos entendem a importância da vacinação e muito menos a importância da transparência, não só nesse quesito, mas em toda administração pública.


Uma biomédica da cidade e também um veterinário foram barrados no momento em que foram tomar a vacina, fato que gerou estranheza nos profissionais e em várias pessoas que, inclusive, usaram as redes sociais para questionar a negativa da aplicação da vacina nesses profissionais da saúde.


O que resta perguntar é: Qual critério está sendo utilizado para aplicação dessas vacinas?


O PLANO MUNICIPAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A COVID 19, publicado no site oficial da prefeitura de Juara no dia 21 de janeiro de 2021, mais especificamente na página 05, que se refere a priorização dos grupos a serem vacinados, conta em sua primeira fase com os trabalhadores da saúde.


Acaso biomédicos e veterinários não fazem parte do grupo de trabalhadores da saúde?


A explicação, segundo algumas pessoas ligadas diretamente ao Executivo Municipal está na alteração feita no PLANO MUNICIPAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A COVID 19, que foi divulgado no site oficial da prefeitura no dia 15 de abril de 2021, mas datado no dia 05 de abril. Nesse novo Plano Municipal consta que a prioridade são trabalhadores da saúde que estão na linha de frente e, segundo o entendimento da secretaria de saúde de Juara, os dois profissionais acima mencionados não se enquadram nesse quesito.


Mas o que estamos questionando aqui é:


Qual a explicação para, segundo o próprio Site oficial da Prefeitura, entre os dias 14 de maio e 01 de junho cinco veterinários e seis trabalhadores de clínicas veterinárias terem tomado a vacina se o novo Plano de Imunização contra o COVID em Juara diz que a partir do dia 04 de abril a vacina para o grupo da saúde é só para linha de frente?


Ainda em tempo vale lembrar que o Ministério da Saúde por meio do OFÍCIO CIRCULAR Nº 57/2021/SVS/MS retifica o Ofício nº 234/2021/CGPNI/DEIDT/SVS/MS datado no dia 12 de março de 2021, referente às orientações técnicas de vacinação do grupo prioritário “Trabalhadores da Saúde” da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19.


Considera-se trabalhadores da saúde a serem vacinados na campanha, os indivíduos que trabalham em estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde; ou seja, que atuam em estabelecimentos de serviços de saúde, a exemplo de hospitais, clínicas, ambulatórios, unidades básicas de saúde, laboratórios, farmácias, drogarias e outros locais. Dentre eles, estão os profissionais de saúde que são representados em 14 categorias, conforme resolução n° 287, de 8 de outubro de 1998, do Conselho Nacional de Saúde (médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, odontólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da educação básica, médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares), agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio (exemplos: recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias, gestores e outros). Inclui-se, ainda, aqueles profissionais que atuam em cuidados domiciliares (exemplos: programas ou serviços de atendimento domiciliar, cuidadores de idosos, doulas/parteiras), funcionários do sistema funerário, Instituto Médico Legal (lML) e Serviço de Verificação de Óbito (SVO) que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados e; acadêmicos em saúde e estudantes da área técnica em saúde em estágio hospitalar, atenção básica, clínicas e laboratórios.


Os trabalhadores que atuam nos estabelecimentos de serviços de interesse à saúde das instituições de longa permanência para idosos (ILPI), casas de apoio e cemitérios serão contemplados no grupo de trabalhadores da saúde e a recomendação é que também sejam vacinados.


Informa-se que os trabalhadores dos demais estabelecimentos de serviços de interesse à saúde (exemplos: academias de ginástica, clubes, salão de beleza, clínica de estética, óticas, estúdios de tatuagem e estabelecimentos de saúde animal) NÃO serão contemplados nos grupos prioritários elencados inicialmente para a vacinação.


Diante do exposto e das doses disponíveis para distribuição inicial às UF e a estimativa populacional dos trabalhadores de saúde, estabeleceu-se uma ordem de priorização desse estrato populacional. Assim, recomenda-se a seguinte ordem para vacinação dos trabalhadores da saúde conforme disponibilidade de doses, sendo facultado a Estados e Municípios a possibilidade de adequar a priorização conforme a realidade local:


Equipes de vacinação que estiverem envolvidas na vacinação;

Trabalhadores das Instituições de Longa Permanência de Idosos e de Residências Inclusivas (Serviço de Acolhimento Institucional em Residência Inclusiva para jovens e adultos com deficiência);

Trabalhadores dos serviços de saúde públicos e privados, tanto da urgência quanto da atenção básica, envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados de covid-19;


Se o ofício do Ministério da Saúde é do dia 12 de março do corrente ano percebemos que, infelizmente, ao que tudo indica em Juara a lei não vale para todos, mas essa não é a única questão levantada nesse artigo. O que falta em Juara não é só transparência. Falta também comunicação, explicação aos munícipes. O site da prefeitura demora a ser atualizado, as pessoas encontram dificuldade em saber detalhes que são importantes para o dia a dia.


 A secretária de saúde poderia se pronunciar nos veículos de comunicação que são pagos para divulgar informações, por exemplo e aproveitar para explicar o motivo que Juara não fará a vacinação dessas pessoas agora, visto que o ofício diz que é facultado a Estados e Municípios a possibilidade de adequar a priorização conforme a realidade local. Isso evitaria muitos aborrecimentos e informações desencontradas. Enfim, falta diálogo com a população! Mas isso não é novidade na atual gestão.

terça-feira, 8 de junho de 2021

Falta de projetos para obras em Juara atrapalham a corrida atrás de recursos.

Moradores de ruas como a Argentina no bairro Jardim América e Robson F. Ribeiro no Parque Alvorada sabem da necessidade de pavimentação asfáltica nestas vias que deixam parte deles ilhados na época das chuvas, o que poucos não sabem é que não falta só o asfalto, mas não existe nem o projeto, para que vereadores, secretários e interessados possam acionar seus deputados estaduais, federais e senadores em busca de recursos para a realização da obra.

Mesmo que a prefeitura de Juara conte com engenheiro em sua folha de pagamentos, foi necessário contratar empresa para projetar as obras do município, pelo menos é o que está exposto em matéria jornalística publicada em 14 de julho de 2020. Vereadores ouvidos pelo blog Politizada explicaram que sem um projeto da obra em mãos, não há como articular uma captação de recursos. O poder legislativo tem sido constante em fazer essa cobrança por projetos, mas no final o projeto não sai e os vereadores parecem esquecer a cobrança.

 

Pesquisando no portal https://sapl.juara.mt.leg.br/, da Câmara Municipal de Juara, encontramos várias cobranças neste sentido, vamos citar apenas um exemplo:  em 17/05/2019 o vereador Eraldo Marquito oficiou ao Secretário Adjunto de Cidade, Joaquim Tolovi Junior, solicitando estudo de viabilidade para execução de projeto urbanístico objetivando construção de lago contemplativo com ciclovia e pista de caminhada no Residencial Bandeirantes (Ofício GVEM 51/2019).

Em 29/07/2019 o parlamentar efetuou uma cobrança, Reiterando oficio nº 051/GVEM/2019, referente estudo de viabilidade para execução de Projeto urbanístico objetivando construção de Lago contemplativo no Residencial Bandeirantes (Ofício GVEM 92/2019) e nunca mais se ouviu falar sobre o assunto, não oficialmente.

Para fazer a captação de recursos para qualquer obra, é necessário que se tenha o projeto delas, os mais prevenidos costumam fazer até uma maquete, para demonstrar o que realmente querem fazer com o dinheiro que está sendo solicitado. Mas em Juara, primeiro precisa ver o dinheiro da obra para depois correr atrás de um projeto, que muitas vezes não atende a real necessidade do serviço e em pouco tempo perceber-se que faltou projetar a obra antes de ser feita.

É importante deixar claro que existe uma diferença entre Projeto de Lei e Projeto Básico de Engenharia. Um projeto de Lei São propostas para a criação de leis. Para tornar-se lei municipal, o texto do projeto tem que ser debatido e aprovado pelo Poder Legislativo e submetido à apreciação do chefe do Poder Executivo. Já um Projeto Básico de Engenharia precisa informar e descrever com clareza, precisão e concisão o conjunto da obra e cada uma de suas partes. Veja aqui como deve ser um projeto Básico de Engenharia https://www.guiadaengenharia.com/projeto-basico/

O que queremos saber é: O que falta ao executivo municipal para que esses projetos sejam feitos? Em um áudio enviado a uma morada da Rua Argentina, o vice prefeito de Juara disse: “Esqueça tudo que já foi dito a vocês... (moradores da Rua)”.  O que isso significa? Será que agora o projeto sai?

Resumindo, enquanto o executivo não tiver projetos, os moradores das Ruas Argentina no bairro Jardim América e Robson F. Ribeiro no Parque Alvorada, terão muita poeira e lama pela frente, visto que é impossível uma captação de recursos para toda e qualquer obra sem um projeto.




segunda-feira, 24 de maio de 2021

Volta às aulas sem vacinação? Solução ou caos?

Segundo site do Governo do Estado de Mato Grosso, na sexta-feira (21), o Governo Federal confirmou o total de 15.970.949 casos da Covid-19 no Brasil e 446.309 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 15.894.094 casos da Covid-19 no Brasil e 444.094 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Em Juara, segundo Boletim Epidemiológico nº 154, emitido na data de hoje, 24 de maio, são 4.057 casos confirmados de Covid 19, 3.821 casos recuperados, 143 pessoas em isolamento domiciliar (ativos), 17 pessoas internadas em enfermaria (ativos), 02 internados em UTI (ativos), 02 intubados (ativos) e 72 mortes e 65 pessoas aguardando resultado de exame.

Com 72 mortes registradas em Juara, os profissionais das escolas municipais  foram surpreendidos, no dia 21 de maio, com um novo decreto do poder executivo para voltar às atividades nas respectivas escolas onde estão lotados, visto que os mesmos estavam fazendo atividades, em sua maioria, em tele trabalho.

Que educação é, ou deveria ser prioridade, não há o que se discutir. A educação é sem sombra de dúvidas primordial na vida de todas as pessoas e deveria ser valorizada assim como a vida das pessoas.

Qual a necessidade de colocar a vida desses profissionais em risco apenas para cumprir horário, uma vez que suas atividades estão sendo desempenhadas por tele trabalho?
Segundo postagem de uma Vereadora em rede social, às escolas e creches estão equipadas com álcool em gel pra todo lado, tapete sanitizante, estação de higiene nas entradas das escolas, máscaras faciais e face shield, lugares demarcados com o devido distanciamentos. Na postagem, a vereadora ainda abriu uma enquete sobre o retorno às aulas presenciais.

Seria louvável a atitude da vereadora se não estivéssemos na situação que Juara se encontra, onde nem os adultos estão seguindo os protocolos. Como esperar que as crianças o façam?

Não seria hora de unir forças e lutar para que a vacinação chegue o quanto antes ao invés de deixar a entender que as escolas estão preparadas para uma possível volta as aulas antes da vacinação?

Não seria hora de todos propagarem a importância da vacinação?

A final de contas, é realmente seguro um retorno as aulas presenciais, na iminência de uma terceira onda de contaminação, que segundo especialistas pode ser mais letal?

Deixem seus comentários!
A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Ser Pedagogo e os desafios da profissão

Uma das profissões de maior peso e importância na formação educacional, a de pedagogo, é celebrada hoje, 20 de maio.

 Segundo o Ministério da Educação, a data foi Instituída pela Lei nº 13.083/2015 e é uma forma de reforçar a importância dos profissionais que planejam, executam e coordenam tarefas distintas, e muitas vezes complexas, na área de educação, sempre em busca da excelência. A data tem, entre os seus inúmeros objetivos, o de fortalecer o debate do papel das famílias e escolas no desenvolvimento geral das crianças e jovens estudantes, delimitando as responsabilidades de cada um e, ao mesmo tempo, criando alternativas que ofereçam um ensino de qualidade e levem-nos a uma boa formação profissional e, acima de tudo, humana.
 
Para comemorarmos esse dia, o Blog Politizada conversou com alguns professores para saber quais são suas expectativas para o futuro em relação à profissão, quais são os maiores desafios que a profissão apresenta e como tem sido lecionar durante esse período tão caótico de pandemia.

Messias Batista Santos Lopes, 33 anos, é professor da rede municipal de Juara desde 2005, Começou na educação do campo e concluiu a graduação enquanto trabalhava em escolas da zona rural de Juara. “Acredito que a maior dificuldade é dar conta de atender todas as exigências que temos na profissão, mesmo não tendo a valorização que a profissão merece… Um exemplo é que, nós da rede municipal, temos a mesma carga horária dos profissionais da rede estadual, mas o salário é bem inferior… mas as cobranças e exigências são sempre as mesmas. Agora durante esse período de pandemia muitos pais perceberam que a missão de ensinar não é fácil, mas ainda assim poucos valorizam a nossa profissão… Muita cobrança por parte dos pais, por parte da escola, por parte da SME, mas o incentivo e valorização que recebemos é quase nulo”.

Alexandre da Silva Colinsque, 36 anos, atua na educação básica há nove anos. “Ser Pedagogo no cenário atual requer uma capacidade de reler os cenários do mundo educacional, com a chegada da pandemia os pedagogos que, em sua grande maioria atuam com alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental  ou nas creches, tiveram que reaprender e, em alguns casos, rever até métodos de ensino e de avaliação. Em alguns casos onde a tecnologia é presente na casa dos alunos o ensino é orientado por meio de tecnologias, na ausência da tecnologia restou aos alunos à opção de receber material impresso, material preparado com empenho e dedicação pelos próprios professores, contudo, sem a tecnologia como aliada do aluno e do professor no processo interativo. Tem sido um tempo que evidenciou o quando a inclusão digital ainda não é uma realidade no Brasil, às vezes, até mesmo para os professores. No cenário pandêmico estamos agindo para minimizar os impactos da ausência das aulas no formato presencial, é importante mencionar que no Brasil, a cultura escolar presencial é pensada e praticada por alguns séculos, currículos, métodos e práticas pedagógicas e sempre foram elementos pensados para a forma presencial, e agora tivemos que atuar de forma remota, acredito que para a atuação do pedagogo o desafio é agregar as ações educacionais com a tecnologia, mesmo que a pandemia termine, pois a educação tem a função de formar para um mundo moderno, um mundo que requer alunos que tenham desenvolvida a habilidade de operacionalizar ações no mundo do trabalho e no exercício da cidadania mediadas pelas tecnologias, e neste ponto, eu acredito que o Pedagogo tem muito a contribuir, pois é este profissional que atua nas creches e nas escolas que ofertam o Ensino Fundamental, em suma, o Pedagogo é aquele que ensina muito mais do que ler e escrever, ensina a compreender e a caminhar pelo mundo atual, tão vasto e tão desafiador para o desenvolvimento pleno do ser humano”.
“Quando morrer quero uma lápide com os seguintes dizeres: aqui jaz uma professora”, ou ainda: aqui jaz a profa. Dra. Rosalia de Aguiar Araújo” (então preciso terminar o doutorado o quanto antes).
Rosalia de Aguiar Araújo, 54 anos, leciona há 34 anos. “Já de criança, a minha brincadeira preferida era ser professora, me criei sabendo que seria professora. Contra a opinião da minha família (que apesar de ser pobre, achava que era uma profissão sem reconhecimento), me inscrevi no então magistério, enquanto curso técnico (que hoje se denomina Ensino Médio), década de 80 em Londrina no Paraná, na Escola de Aplicação José Aloísio Aragão (escola de aplicação da UEL). Amei o curso, me apaixonei pelo desafio, pela exigência de estudar e me atualizar sempre. Fiz Pedagogia na Unemat de Sinop, na década de 90 e depois Biologia pela UFMT já na década de 90. Sempre fui acadêmica e trabalhadora, não tive a oportunidade de estudar ganhando bolsa, infelizmente. Nenhum desafio foi importante o suficiente para desistir da minha profissão. Fui professora da Educação Especial (APAE), do Ensino Regular, da EJA, do diurno e do noturno, da rede pública e da rede privada, de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Enfim, como Pedagoga da rede estadual, mesmo efetiva, não tinha vaga para trabalhar com ensino fundamental- anos iniciais- como professora, naquela época. Eu podia ser diretora ou coordenadora, mas nunca tive interesse na gestão, sempre busquei o universo da sala de aula. Então, enquanto Pedagoga trabalhei com Português, Matemática, História, Geografia, Artes, Ensino Religioso, etc. A disciplina que faltava professor de área eu pegava. Era um sacrifício todo ano porque não sabia que disciplina eu ia assumir, até que me formei em Biologia e assegurei uma disciplina. A Pedagogia ou ser Pedagoga para mim significa ir para além do horizonte conhecível, é buscar o desconhecido, é perceber a Educação no contexto de vida e para a vida. Aliás, a história de vida dos pedagogos se confunde com a vida pessoal. Não existe um horário comercial para exercer a profissão e outra para ser uma cidadã. Tudo o que falo ou como me comporto é exigido pela sociedade como ser “professora”, você nunca é a mãe de alguém, esposa, namorada, filha...Você é sempre professora. Lutei muito para assegurar melhores condições de trabalho e salário digno. Sempre pensei que o futuro seria melhor para o professor ou professora, para o pedagogo ou pedagoga. Ledo engano, o futuro é agora, hoje e ainda estamos lutando por “vacina, pão e educação”.

Saulo Augusto de Moraes, 40 anos, pedagogo desde 2013, “A Pedagogia, ciência da educação, se fundamenta em três dimensões principais: formação técnico-científica, formação humana e formação política. Assim essa ciência lança suas bases para um mundo melhor possibilitando a formação cidadã que envolve a luta permanente por direitos individuais e coletivos e os deveres sociais, assim como a reflexão crítico-reflexiva que promove a mudança no mundo. Como ensinou Paulo Freire, educadores e educadoras são “seres no mundo, com o mundo, e com os outros, por isso seres da transformação”. Essa dialetização de saberes e novas práticas sociais pensada com o mundo e no mundo, envolve a construção de caminhos sustentáveis, de amorosidade com o meio ambiente, de compreensão e luta para com os grupos vulneráveis, as minorias. O ser Pedagogo, ser Pedagoga significa ser humano comprometido com uma formação crítica respaldada em direitos humanos fundamentais como suporte de convicções democráticas. Com uma ciência da educação histórico-crítica e sócio-política”.

Diante dos depoimentos desses e de outros pedagogos, pode-se afirmar que Pedagogia, neste contexto, é resistência. Ser pedagogo é resiliência.

O Blog Politizada parabeniza todos os pedagogos e faz votos que, em futuro breve, os mesmos sejam reconhecidos pelo trabalho exercido, inclusive com Políticas Públicas de Formação e Valorização do profissional nas esferas municipal, estadual e federal.

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Maria Vitória precisa da sua ajuda.

Maria Vitória nasceu no dia 08 de fevereiro de 2021. Desde a gestação a mãe, Maria Eduarda, ex-aluna da UNEMAT, campus de Juara e moradora de Porto dos Gaúchos, passou por diversas provações. “eu descobri a gravidez com 32 semanas, tenho endometriose no grau três, então não fazia ideia que poderia estar grávida, pois não fiz nenhum tratamento para engravidar”.

Maria Vitória foi gerada de forma atípica, na parte superior do útero e por esse motivo, a mãe não teve nenhum sintoma de gravidez, no entanto, sofreu bastante com crises de cólica na vesícula e por diversas vezes ficou hospitalizada, até que o médico descobriu a gestação.

Além dos vários problemas enfrentados durante a gestação, Maria Eduarda teve diabetes gestacional e ao que tudo indica, sua filha Maria Vitória desenvolveu ventrículomegalia por esse motivo. Durante a gestação Maria Eduarda teve Covid 19, o que pode ter contribuído para os problemas de saúde de sua filha, Maria Vitória.

Maria Vitória tem uma ventrículomegalia bilateral cerebral e é cardiopata e está na UTI do HGU, Hospital Geral Universitário de Cuiabá.

No dia 04 de maio, Maria Vitória foi submetida a uma cirurgia para fechar uma PCA, ela tem dois sopros no coração, CIA e CIV, está usando um cateter nasal com oxigênio pra ajudar na respiração, uma vez que ela está há três meses entubada.

Mesmo quando receber alta, Maria Vitória precisará de muitos cuidados por conta de sua condição de saúde.

A mãe de Maria Vitória, Maria Eduarda, é mãe também de João Miguel de seis anos, que está com a avó materna enquanto a mãe está em Cuiabá com a irmã.
Maria Eduarda está precisando de toda ajuda que puder receber para manter os filhos, visto que a condição delicada e grave de Maria Vitória requer um gasto que não estava sequer previsto no orçamento da mãe que recebe um salário insuficiente para essas despesas.

Se você pode ajudar, com qualquer quantia, não hesite em oferecer ajuda. Em nome da Maria Eduarda e Maria Vitória, gratidão.

Segue os dados para depósito, transferência ou pix de qualquer valor.

DADOS BANCÁRIOS
Banco do Brasil
Agência: 1116-9
CONTA POUPANÇA 11969-5 VARIAÇÃO 51
CPF: 090.293.774-02
MARIA EDUARDA FERREIRA DA SILVA
CHAVE DO PIX CPF: 090.293.774-02

Ouça aqui o áudio da Maria Eduarda explicando a condição de saúde da filha.

 

sábado, 8 de maio de 2021

Mau atendimento no Centro de Covid em Juara.

 O blog Politizada recebeu uma denúncia de mau atendimento por parte de uma médica que presta atendimentos no Centro de Covid em Juara.

Segundo a denunciante, a mesma e seu namorado procuraram o Centro de Covid na última terça-feira, dia 04 de maio, pois os dois estavam com sintomas de Covid, incluindo febre, há dois dias e tiveram contato com pessoas que testaram positivo para o referido vírus.

A denunciante alega que se sentiu humilhada pela forma como a médica a atendeu. “Quando eu entrei na sala a médica me perguntou o que eu queria”. A paciente disse que relatou à médica os sintomas e pediu para que realizasse o teste de Covid, e nesse momento, segundo a mesma, a médica foi extremamente grossa e mal educada. “Para começar você veio aqui fazer o teste, mas está apenas com dois dias de sintomas e não pode fazer o teste só porque esteve com pessoas que testaram positivo. Isso não é prioridade”.

Mesmo relatando que estava com os sintomas, a paciente alega que foi tratada com desprezo, “Eu sai de lá sem chão. Fiquei assustada, sem palavras. Ela (médica) poderia até se negar a fazer o exame, mas poderia ter me tratado com educação”.

A paciente alega que a forma como foi tratada foi humilhante e que acredita que outras pessoas estejam recebendo o mesmo tipo de atendimento, mas acabam não reclamando por não saber quem ou onde procurar orientação de como agir em situações como essa.

Uma coisa é certa, o executivo municipal tem falhado muito no atendimento ao público de uma forma geral. Várias reclamações chegam todos os dias de servidores que agem de forma antiética e nada profissional no que tange o atendimento.

Já não basta todas as preocupações e anseios das pessoas com esse momento caótico e delicado que estamos vivendo, ainda temos que passar por constrangimentos?

Imagine você doente chegando até um hospital ou Posto de Saúde e ser tratado como se você não fosse importante, como se a sua dor não fosse relevante.

A denunciante relatou que informou que faria uma denuncia e acredita que por conta de sua fala, entraram em contato com ela no dia seguinte, ela fez o teste e o mesmo deu positivo, ou seja, ela está com Covid e ainda foi mal tratada pela médica que deveria ter prestado um atendimento digno a ela.

Até quando receberemos esse tipo de reclamação? Até quando vamos permitir esse tipo de tratamento? Até quando o executivo municipal vai ficar de olhos fechados para isso?



terça-feira, 4 de maio de 2021

Em Juara, manda quem pode e obedece quem tem juízo.

Em Juara, manda quem pode e obedece quem tem juízo.
Desde o dia 02 de fevereiro os professores contratados pela prefeitura de Juara estão vivendo dias de angustia.

Primeiro todos os professores foram informados, por diversas vezes, pela gestão das escolas municipais que a Secretária de Educação que deveriam acalmar seus corações e que todos teriam os contratos renovados para o ano letivo de 2021.

Alguns professores deixaram de se inscrever no PAS 2021 para concorrer a aulas no estado, pois o poder executivo, representado nesse ato pela secretária de educação afirmou que os contratos seriam mantidos.

Estranhamente no dia 02 de fevereiro os professores foram surpreendidos pelo comunicado, via reunião presencial com a secretária de educação, que estavam dispensados, mesmo depois de afirmar, INCLUSIVE no mês de janeiro, que todos poderiam ficar tranquilos e com o coração em paz.

Não bastando o distrato, uma dívida foi atribuída aos professores contratados pelos dias não trabalhados. Dívida esta que até o presente momento nenhum professor foi oficialmente cobrado com base legal.
Em reunião realizada no dia quinze de fevereiro com os professores e SINTEP, a pedido dos professores, nem prefeito, nem secretária de educação e muito menos o procurador geral do município souberam explicar o que fizeram.

Após a reunião o executivo municipal colocou todos os professores no portal da transparência novamente e na data de 27 de fevereiro, mais de 20 dias depois de serem informados que estavam dispensados, os nomes de todos os professores estão inseridos no portal da transparência como funcionários ativos, porém, mesmo sem aviso prévio ou qualquer explicação, os professores estão com o salário suspenso. Um verdadeiro afronte aos profissionais da educação.

No dia 19 de fevereiro, uma Comissão Especial foi instaurada na Câmara de vereadores para investigar o caso, no entanto, datamos em quatro de maio e nenhuma informação oficial foi repassada aos professores sobre o andamento do caso, inclusive, um dos professores já pediu cópias dos documentos que essa comissão já possui, mas ainda não foi atendido.

Vários professores já foram ouvidos por essa comissão e relataram que vem sofrendo pressão e sendo coagidos a assinar documentos com datas retroativas pela prefeitura municipal.

No dia 28 de abril, a professora que está em primeiro lugar na classificação do processo seletivo foi convocada para substituir uma professora que se encontra de atestado médico na condição de pagar os dias não trabalhados devido à pandemia. Na ocasião a professora respondeu via ofício que estava à disposição para trabalhar, mas que queria uma garantia de que receberia seus subsídios pelo trabalho prestado, visto que não há divida oficial até o momento. Em resposta, a Secretária de Educação enviou para a casa da professora um comunicado dizendo que foi encaminhada à Secretaria Municipal de Administração sua rescisão contratual.  

A professora que recebeu esse comunicado em sua casa, vejam que eficiência da Secretaria Municipal de Educação agora eles vão até a casa das pessoas, ligou para o prefeito para perguntar se o mesmo estava ciente desse documento, visto que em reunião com os professores ele declarou que não tinha conhecimento do caso e o prefeito disse estar em Cuiabá e que não estava ciente desse documento, mas pediu alguns minutos para se colocar a par do caso. Minutos depois o prefeito retornou a ligação e relatou à professora que era ordem do jurídico do município.

Em Juara, ao que tudo indica, manda quem pode e obedece quem tem juízo.

Até quando a prefeitura de Juara continuará agindo de forma tão desumana e cruel com seus servidores? Até quando esses professores ficarão à mercê dos caprichos dessa gestão? Quanto tempo ainda a Comissão Especial instaurada pela Câmara Municipal irá demorar para resolver o caso? E o principal, até quando os professores ficarão sem receber seus salários e dependendo da boa vontade de outras pessoas?

segunda-feira, 3 de maio de 2021

O descaso com profissionais da EFS de Juara

 

A estratégia de saúde da família (ESF) é o serviço de saúde que é responsável por captar as pessoas da comunidade e desenvolver ações integrais e resolutivas, como prevenção e promoção da saúde na sua área adstrita.

 Na ESF, a equipe é composta por: enfermeiro, auxiliar/técnico de enfermagem, médico, equipe de saúde bucal e agentes comunitários de saúde, sendo o enfermeiro da ESF o profissional que desempenha atribuições específicas em nível assistencial, tais como realizar atenção à saúde aos indivíduos e famílias vinculadas às equipes se necessário no domicílio e/ou outros espaços comunitários; realizar consulta de enfermagem, estratificação de risco e elaboração de plano de cuidados para as pessoas; realizar atividades em grupo; planejar, supervisionar, gerenciar e avaliar as ações desenvolvidas pelos auxiliares/técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS).

A Atenção Primária em Saúde (APS)/ ESF é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), logo, quando há surtos e epidemias, a ESF tem papel fundamental na resposta global à doença, oferecendo atendimento resolutivo com potencial de identificação precoce de casos graves que devam ser encaminhados para serviços especializados.

Os trabalhadores que estão envolvidos nos cuidados em saúde, como os profissionais da ESF, sempre tiveram um aumento reconhecido no risco de desenvolver infecções presentes na comunidade, pois, são estes cuidadores, que, frequentemente, estão na linha de frente lidando com aqueles que estão doentes e no período mais infeccioso de uma patologia.

 Na pandemia do coronavírus não poderia ser diferente; as equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) têm atuado na linha de prevenção e controle, identificando casos positivos e gerenciando os agravos à saúde. O gerenciamento das vias aéreas representa um dos pontos mais críticos para o suporte a pacientes com COVID-19, há sugestões de que é recomendável uma intervenção invasiva precoce para minimizar a transmissão adicional.

A ESF tem atuado de forma solene, buscando por meio de canal telefônico ofertar orientações e práticas preventivas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde no combate ao vírus. Embora se tenha publicações regulares da OMS sobre a transmissão do COVID-19 e uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), a realidade observada é que esse surto em larga escala resultou em escassez de EPIs para os profissionais da saúde. Consequentemente, a equipe de saúde da linha de frente, enfermagem, médicos, entre outros profissionais, estão sendo alvos dessa infecção.

Em abril de 2021, em Juara/MT, foi realizado o pagamento de incentivo financeiro para os profissionais que atuam na linha de frente contra o COVID-19, contudo, este beneficio só foi pago para os profissionais do Hospital Municipal de Juara e não se limitou somente aos profissionais da saúde, mas também a motoristas e pessoas que trabalham na área administrativa, porém, deixou de lado as equipes de estratégia à família (ESF), que pertencem aos postos de saúde, profissionais que estão expondo sua saúde a risco todos os dias, entrando em contato com praticamente toda a população, pelo simples fato de fazerem parte de uma das portas principais para o Sistema Único de Saúde (SUS) também exercendo seu papel na linha de frente contra o COVID-19.

A pergunta que não quer calar é: Qual entendimento do poder executivo municipal de Juara sobre “linha de frente”? Os profissionais que atuam nas ESF’s, que continuam com seus atendimentos regulares, não são linha de frente?

Mais uma vez o poder público Municipal deixa brechas para ser questionado... Mas isso já não é novidade.

domingo, 25 de abril de 2021

Pai Neto de Oxun

Sou Pai Netto Muito conhecido como Cigano da estrada, sou médium sensitivo, vidente e auditivo possuo o dom da clarividência e de ouvir espiritos desde criança, jogo carta de baralho cigano e também Tarô para descobrir as questões mais profundas que estão te atormentando. Minha especialidade é ajudar a prever o futuro e passado , ficou curioso? vamos fazer uma consulta!

EXPERIÊNCIA


Há aproximadamente 9 anos leio cartas de Baralho Cigano, orientando entre os mais diversos caminhos, possuo mediunidade aguçada desde criança, já atendi em alguns outros sites de cartas também, estou a sua disposição para revelar as dúvidas mais difíceis.

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