quarta-feira, 27 de abril de 2022

Moradores da Paranorte relembram benfeitorias realizadas no distrito e relatam problemas atuais.



O Blog Politizada conversou com alguns moradores da comunidade Paranorte, sobre as dificuldades enfrentadas por moradores do local, principalmente no que diz respeito as estradas.


As reclamações são muitas, mesmo levando em conta o período chuvoso, já se findando, os moradores relatam que a situação das estradas poderia ser melhor e dizem que um trecho está “até bom” (palavras de um morador), mas há trechos em situação vergonhosa.


“Parece que só lembram da gente em época de campanha eleitoral, falam que a estrada é assim por causa das chuvas, mas não chove o ano inteiro né”. Disse de outro morador.


Durante a conversa (via whats) algumas pessoas relataram que a maior obra realizada no local foi a Serra da Vó Julia. Segundo os relatos, antes da obra na Serra, vários acidentes aconteciam e o problema só foi resolvido quando o então prefeito Oscar Bezerra, junto com sua equipe destinaram atenção e resolução para a referida Serra, assim como a Serra do Pica-Pau.


“O problema era bem sério e foi resolvido e hoje, entra prefeito, sai prefeito e não resolvem o problema das estradas”.


Uma professora, que não terá seu nome divulgado, falou com o Blog Politizada e relatou quais os maiores problemas relatados por pais de alunos.


“O maior problema aqui é que a estrada da Paranorte até Águas Claras está um pouco melhor que a de Juara a Águas Claras, mas a estrada de Águas Claras a Juara está bem pior. O maior problema dos alunos e das famílias são as estradas que saem da estrada principal e vão para os sítios... Alguns pontos críticos foram arrumados, mas ainda há locais bem ruins. Há pontes com problemas, inclusive uma combe que leva os alunos para a escola passou por uma ponte e as rodas de traz caíram no buraco da ponte. Outro ponto de bastante reclamação dos pais está relacionado ao transporte dos alunos. A combe que leva os alunos da Porta do Céu está sem freio e ainda teve casos de combes que ficaram sem combustível no meio da estrada e os alunos tem que andar a pé ou o motorista deixar os alunos na combe e ir buscar combustível. Ontem, dia 26 de abril, teve aluno que chegou as nove da manhã na escola porque acabou o combustível e o motorista deixou os alunos na estrada e foi buscar combustível. Outra reclamação é a super lotação dos veículos utilizados no transporte desses alunos. Tem aluno que vai sentado no colo de outro, em pé”


Vale lembrar que as combes utilizadas no transporte desses alunos são terceirizadas.


O mais revoltante nessa situação toda é saber que maquinários não faltam e, segundo informações, dinheiro para realizar as melhorias também não.


Qual a razão desses acontecimentos então? Falta de organização? Falta de competência? Falta de gente qualificada para realizar os reparos?


Infelizmente, não temos essa resposta, mas fazemos ideia.

 

 


 

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