O Blog
Politizada conversou com alguns moradores da comunidade Paranorte, sobre as dificuldades
enfrentadas por moradores do local, principalmente no que diz respeito as
estradas.
As reclamações
são muitas, mesmo levando em conta o período chuvoso, já se findando, os
moradores relatam que a situação das estradas poderia ser melhor e dizem que um
trecho está “até bom” (palavras de um morador), mas há trechos em
situação vergonhosa.
“Parece
que só lembram da gente em época de campanha eleitoral, falam que a estrada é
assim por causa das chuvas, mas não chove o ano inteiro né”. Disse
de outro morador.
Durante
a conversa (via whats) algumas pessoas relataram que a maior obra realizada no
local foi a Serra da Vó Julia. Segundo os relatos, antes da obra na Serra,
vários acidentes aconteciam e o problema só foi resolvido quando o então
prefeito Oscar Bezerra, junto com sua equipe destinaram atenção e resolução para
a referida Serra, assim como a Serra do Pica-Pau.
“O
problema era bem sério e foi resolvido e hoje, entra prefeito, sai prefeito e não
resolvem o problema das estradas”.
Uma professora,
que não terá seu nome divulgado, falou com o Blog Politizada e relatou quais os
maiores problemas relatados por pais de alunos.
“O
maior problema aqui é que a estrada da Paranorte até Águas Claras está um pouco
melhor que a de Juara a Águas Claras, mas a estrada de Águas Claras a Juara
está bem pior. O maior problema dos alunos e das famílias são as estradas que
saem da estrada principal e vão para os sítios... Alguns pontos críticos foram
arrumados, mas ainda há locais bem ruins. Há pontes com problemas, inclusive uma
combe que leva os alunos para a escola passou por uma ponte e as rodas de traz caíram
no buraco da ponte. Outro ponto de bastante reclamação dos pais está
relacionado ao transporte dos alunos. A combe que leva os alunos da Porta do
Céu está sem freio e ainda teve casos de combes que ficaram sem combustível no
meio da estrada e os alunos tem que andar a pé ou o motorista deixar os alunos
na combe e ir buscar combustível. Ontem, dia 26 de abril, teve aluno que chegou
as nove da manhã na escola porque acabou o combustível e o motorista deixou os
alunos na estrada e foi buscar combustível. Outra reclamação é a super lotação
dos veículos utilizados no transporte desses alunos. Tem aluno que vai sentado
no colo de outro, em pé”
Vale lembrar
que as combes utilizadas no transporte desses alunos são terceirizadas.
O mais
revoltante nessa situação toda é saber que maquinários não faltam e, segundo
informações, dinheiro para realizar as melhorias também não.
Qual a
razão desses acontecimentos então? Falta de organização? Falta de competência?
Falta de gente qualificada para realizar os reparos?
Infelizmente,
não temos essa resposta, mas fazemos ideia.


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